A defesa de crime de violência doméstica em Londrina exige conhecimento da legislação penal, atenção aos procedimentos judiciais e análise individualizada de cada situação. Quando uma pessoa é investigada ou acusada de violência doméstica, é fundamental compreender seus direitos, as consequências jurídicas da acusação e a importância do acompanhamento por uma advogada criminalista.
A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) estabelece mecanismos de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, incluindo medidas protetivas e procedimentos específicos.
A Dra. Fernanda Brunassi, Advogada Criminalista em Londrina, com 25 anos de experiência, atua na defesa criminal em situações relacionadas à violência doméstica, oferecendo atendimento humanizado, técnico e sigiloso.
O escritório atende Londrina, Cambé, Rolândia, Ibiporã e região, incluindo situações urgentes envolvendo prisão em flagrante e audiência de custódia.
O que é considerado crime de violência doméstica?
A violência doméstica e familiar contra a mulher pode envolver diferentes formas de agressão ou violação de direitos, conforme previsto na Lei Maria da Penha.
A legislação reconhece cinco formas principais de violência:
- Violência física: condutas que ofendem a integridade ou saúde corporal.
- Violência psicológica: comportamentos que causam dano emocional ou buscam controlar ações, comportamentos e decisões.
- Violência sexual: condutas que violam a liberdade e a autodeterminação sexual.
- Violência patrimonial: retenção, subtração ou destruição de bens, documentos e recursos econômicos, nas hipóteses legais.
- Violência moral: condutas que configuram calúnia, difamação ou injúria.
É importante compreender que nem toda situação enquadrada como violência doméstica corresponde a um único tipo penal. Os fatos devem ser analisados conforme a legislação aplicável.
Fui acusado de violência doméstica em Londrina. O que fazer?
Receber uma acusação de violência doméstica pode gerar preocupação, especialmente diante da possibilidade de medidas protetivas, investigação policial e processo criminal.
O primeiro passo é compreender a natureza da acusação e verificar se existe algum procedimento policial ou judicial em andamento.
Algumas providências importantes incluem:
- Buscar orientação de uma advogada criminalista.
- Verificar a existência de intimações ou decisões judiciais.
- Preservar documentos, mensagens e outros elementos relevantes.
- Cumprir integralmente eventuais medidas protetivas.
- Evitar contato com a pessoa protegida quando houver proibição judicial.
- Acompanhar os procedimentos policiais e judiciais com orientação jurídica.
A acusação não representa, por si só, uma condenação. Toda pessoa investigada possui direito à defesa e às garantias previstas na Constituição Federal.
Como funciona a defesa criminal em casos de violência doméstica?
A atuação da defesa depende das particularidades de cada ocorrência.
Uma Advogada Criminalista em Londrina poderá analisar os documentos disponíveis, verificar a regularidade dos procedimentos e orientar o investigado ou acusado sobre os direitos e deveres aplicáveis.
A defesa pode envolver:
- Acompanhamento em delegacia;
- Análise do Boletim de Ocorrência;
- Acompanhamento do inquérito policial;
- Análise de medidas protetivas;
- Defesa em audiência judicial;
- Produção e análise de provas;
- Apresentação de manifestações e recursos cabíveis;
- Acompanhamento de eventual prisão em flagrante.
Cada medida deve ser fundamentada nas circunstâncias concretas e na legislação vigente.
O que é uma medida protetiva da Lei Maria da Penha?
As medidas protetivas de urgência são mecanismos previstos na Lei Maria da Penha para proteger mulheres em situação de violência doméstica e familiar.
Dependendo do caso, podem ser determinadas medidas como afastamento do lar, proibição de aproximação, restrição de contato e outras providências previstas na legislação.
Essas medidas possuem natureza protetiva e não equivalem automaticamente a uma condenação criminal.
Posso recorrer de uma medida protetiva?
A pessoa submetida a uma medida protetiva pode buscar orientação jurídica para avaliar os meios legalmente cabíveis de questionamento, revisão ou revogação da decisão.
Entretanto, a medida deve ser cumprida enquanto estiver em vigor, mesmo que a pessoa discorde de seus fundamentos.
O descumprimento pode constituir crime específico, previsto no artigo 24-A da Lei Maria da Penha, além de produzir outras consequências jurídicas.
Posso ser preso por violência doméstica?
Sim. Dependendo das circunstâncias, uma ocorrência de violência doméstica pode resultar em prisão em flagrante ou em prisão cautelar determinada judicialmente, quando presentes os requisitos legais.
A prisão não ocorre automaticamente em toda denúncia.
A autoridade competente deverá observar os procedimentos e fundamentos exigidos pela legislação.
Nessas situações, a atuação de uma advogada criminalista permite acompanhar a prisão, analisar sua legalidade e avaliar as medidas defensivas cabíveis.
Como funciona a audiência de custódia em casos de violência doméstica?
A audiência de custódia é um procedimento judicial realizado após determinadas prisões, especialmente as prisões em flagrante.
Nessa audiência, o juiz analisa a legalidade da prisão, eventuais situações de violência ou abuso e a necessidade de manutenção da custódia.
A defesa pode apresentar argumentos e requerimentos juridicamente cabíveis.
É importante destacar que a audiência de custódia não corresponde ao julgamento definitivo da acusação.
A vítima pode retirar uma denúncia de violência doméstica?
Essa é uma das dúvidas mais comuns relacionadas à Lei Maria da Penha.
A resposta depende da natureza do crime e do tipo de ação penal.
Em determinadas situações, a manifestação da vítima pode ter relevância processual. Entretanto, existem crimes cuja persecução penal independe de representação, como ocorre, em regra, com a lesão corporal praticada em contexto de violência doméstica contra a mulher.
Nos casos em que a representação é legalmente exigida, eventual retratação deve observar as condições previstas na legislação, inclusive o procedimento do artigo 16 da Lei Maria da Penha, quando aplicável.
Portanto, não é correto afirmar que a simples retirada do Boletim de Ocorrência encerra automaticamente uma investigação ou processo.
O que acontece quando existe uma denúncia falsa de violência doméstica?
Uma pessoa investigada pode discordar dos fatos apresentados na acusação ou sustentar que a ocorrência não aconteceu da maneira relatada.
Nessas situações, a defesa deverá analisar cuidadosamente os elementos disponíveis.
É importante diferenciar uma acusação comprovadamente falsa de uma investigação arquivada ou de uma absolvição por insuficiência de provas. Essas situações não possuem necessariamente o mesmo significado jurídico.
A atuação criminal deve se basear em provas, documentos e argumentos juridicamente pertinentes, sem exposição indevida das pessoas envolvidas.
Quais provas podem ser utilizadas na defesa de violência doméstica?
A análise das provas é uma etapa importante do processo criminal.
Dependendo da situação, podem ser relevantes:
- Mensagens e conversas;
- Fotografias;
- Vídeos;
- Documentos;
- Depoimentos de testemunhas;
- Laudos periciais;
- Registros de atendimento;
- Outros elementos obtidos por meios legais.
A admissibilidade e o valor de cada prova dependem do caso concreto.
Também é importante lembrar que a palavra da vítima pode possuir especial relevância probatória em crimes praticados em contextos de clandestinidade, devendo ser apreciada judicialmente em conjunto com as circunstâncias e demais elementos disponíveis.
Recebi uma intimação policial por violência doméstica. Preciso de advogado?
Ao receber uma intimação da delegacia relacionada à violência doméstica, é recomendável buscar orientação jurídica antes de prestar esclarecimentos.
A intimação pode estar relacionada a um inquérito policial ou a outro procedimento investigativo.
O acompanhamento por uma advogada criminalista permite compreender a finalidade da convocação, conhecer os direitos envolvidos e receber orientação sobre os atos a serem realizados.
A pessoa investigada possui garantias constitucionais, incluindo o direito de não produzir prova contra si mesma.
Quanto tempo dura um processo de violência doméstica?
Não existe um prazo único para a conclusão de todos os processos relacionados à violência doméstica.
A duração depende de fatores como a complexidade dos fatos, as provas necessárias, as diligências investigativas, os atos judiciais e a existência de recursos.
As medidas protetivas também possuem dinâmica própria e devem observar a persistência da situação de risco, conforme a legislação e as decisões judiciais aplicáveis.
Uma advogada criminalista pode acompanhar o andamento do procedimento e esclarecer suas etapas.
Advogada Criminalista para Lei Maria da Penha em Londrina
A atuação em casos relacionados à Lei Maria da Penha exige conhecimento de Direito Penal, Processo Penal e das particularidades da legislação de proteção à mulher.
A defesa técnica deve respeitar os direitos fundamentais, a integridade das pessoas envolvidas e as determinações judiciais.
A Fernanda Brunassi Advocacia Criminal presta assistência jurídica em situações relacionadas à violência doméstica, incluindo investigações policiais, prisão em flagrante, audiência de custódia, medidas protetivas e processos criminais.
O atendimento é realizado de maneira individualizada e sigilosa.
Defesa de Violência Doméstica em Cambé, Rolândia e Ibiporã
Além de Londrina, a Fernanda Brunassi Advocacia Criminal atende demandas na região norte do Paraná, incluindo:
- Advocacia Criminal em Cambé: acompanhamento de investigações e processos criminais.
- Advocacia Criminal em Rolândia: orientação jurídica em situações relacionadas à Lei Maria da Penha e demais questões penais.
- Advocacia Criminal em Ibiporã: atendimento em procedimentos policiais, audiências e demandas criminais.
- Advocacia Criminal em Londrina: atuação em prisão em flagrante, audiência de custódia, inquéritos e processos criminais.
A disponibilidade para atendimento de urgência é especialmente relevante quando existe prisão ou outro procedimento que exige providências imediatas.
Fernanda Brunassi: 25 anos de experiência em Advocacia Criminal em Londrina
A Dra. Fernanda Brunassi é advogada graduada pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) em 2000 e possui 25 anos de experiência profissional.
Sua formação inclui:
- Pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal pela Universidade Estadual de Londrina, com monografia intitulada Imputação Objetiva;
- Pós-graduação em Direito Empresarial pela UEL, concluída em 2021, com monografia sobre Instrumentos Jurídicos-Legais de Prevenção e Enfrentamento à Criminalidade;
- Formação pela Escola Superior da Magistratura do Paraná, em 2001;
- Formação pela Fundação Escola do Ministério Público do Estado do Paraná, em 2002;
- Experiência como Assessora Jurídica Criminal na Comarca de Dourados/MS.
Também integra a Comissão da Advocacia Criminal e a Comissão da Mulher Advogada da OAB Londrina.
Sua atuação profissional contempla demandas relacionadas a violência doméstica, crimes sexuais, crimes de trânsito, crimes cibernéticos, tráfico de drogas, prisão em flagrante, audiência de custódia e inquéritos policiais.
Defesa de Crime de Violência Doméstica em Londrina: Atendimento Humanizado e Sigiloso
Uma investigação ou acusação relacionada à violência doméstica exige responsabilidade, discrição e conhecimento jurídico.
O acompanhamento por uma advogada criminalista permite compreender as etapas do procedimento, conhecer os direitos envolvidos e avaliar as medidas previstas na legislação.
A Fernanda Brunassi Advocacia Criminal oferece atendimento sigiloso e humanizado, inclusive em situações urgentes, para Londrina, Cambé, Rolândia, Ibiporã e região.
Para conhecer a atuação profissional e os serviços prestados, acesse:
Fernanda Brunassi — Advogada Criminalista em Londrina
Este conteúdo possui finalidade exclusivamente informativa e não substitui a análise jurídica individualizada de cada caso.

